Meu grupo da apresentação foi analisado pela Profª Cristina, de música e pela Tutora. Relatei no meu portfólio uma atividade que considerei significativa para meu desenvolvimento em cada cadeira do 2ºsemestre/ 2007. Entre tantas atividades que costumo trabalhar em aula, muitas vezes a maneira diferente de apresentar ou aplicar, modifica o resultado da aprendizagem, isto eu atribuo à parte teórica juntamente com a prática daquilo que se tornou rotineiro. Para minha apresentação escolhi uma atividade de Artes Visuais. Até então uma releitura prá mim, se referia a cópia da obra de algum artista, mas vi que é um enfoque particular da mesma, muito mais do que eu imaginava. Gosto muito de trabalhar a criatividade e expressão artística com meu aluno, mas este embasamento teórico me fez ver que artes é muito mais que pincéis, tintas e folhas. Meu trabalho se baseou em uma obra vista durante a visita à 6ª Bienal. Os alunos fizeram uma releitura de uma árvore exposta e a proposta foi cada um criar a sua própria com sucatas onde esta tivesse todas suas partes, pois o conteúdo já tinha sido trabalhado juntamente com o reaproveitamento de materiais considerados inúteis. A maioria do meu grupo enfocou na cadeira de Artes Visuais e apresentou seu trabalho através de power point, inclusive eu. Além de apresentar, também levei alguns trabalhos feitos pelos alunos como ilustração e exemplos. Procurei ser muito clara e objetiva em minha apresentação. No princípio fiquei um pouco apreensiva quando foi solicitada esta atividade, pensei que seria algo muito complicado de montar e principalmente apresentar. A montagem do material foi tranquila, até pensei que seria pior, bem... o monstrinho não era assim tão malvado.Quando finalmente chegou o dia D, pensei que estava mais tranqüila, engano...a ansiedade aumentou, um pouco foi devido a termos tempo determinado para mostrar o que fizemos, um simples relógio poderia colocar tudo a nocaute. Começou... e todas muito apreensivas. A primeira era puro nervosismo, aí vimos que nossa energia e cumplicidade nos deixaram mais a vontade e confiantes e a professora nos deu a maior força. O ponto é...CONFIANÇA, descobri que tenho que ter confiança em meus instintos. Não quero ser autoconfiante, mas minha prática juntamente com o embasamento teórico fica uma combinação muito gostosa no meu dia-a-dia profissional. Há uma frase que escutei no início do curso e creio que é muito válida para quando não confiamos em nosso taco..."Sem medo de ser feliz." Mas aí completo...com muito bom senso claro.
31.3.08
Análise do Portfólio
Meu grupo da apresentação foi analisado pela Profª Cristina, de música e pela Tutora. Relatei no meu portfólio uma atividade que considerei significativa para meu desenvolvimento em cada cadeira do 2ºsemestre/ 2007. Entre tantas atividades que costumo trabalhar em aula, muitas vezes a maneira diferente de apresentar ou aplicar, modifica o resultado da aprendizagem, isto eu atribuo à parte teórica juntamente com a prática daquilo que se tornou rotineiro. Para minha apresentação escolhi uma atividade de Artes Visuais. Até então uma releitura prá mim, se referia a cópia da obra de algum artista, mas vi que é um enfoque particular da mesma, muito mais do que eu imaginava. Gosto muito de trabalhar a criatividade e expressão artística com meu aluno, mas este embasamento teórico me fez ver que artes é muito mais que pincéis, tintas e folhas. Meu trabalho se baseou em uma obra vista durante a visita à 6ª Bienal. Os alunos fizeram uma releitura de uma árvore exposta e a proposta foi cada um criar a sua própria com sucatas onde esta tivesse todas suas partes, pois o conteúdo já tinha sido trabalhado juntamente com o reaproveitamento de materiais considerados inúteis. A maioria do meu grupo enfocou na cadeira de Artes Visuais e apresentou seu trabalho através de power point, inclusive eu. Além de apresentar, também levei alguns trabalhos feitos pelos alunos como ilustração e exemplos. Procurei ser muito clara e objetiva em minha apresentação. No princípio fiquei um pouco apreensiva quando foi solicitada esta atividade, pensei que seria algo muito complicado de montar e principalmente apresentar. A montagem do material foi tranquila, até pensei que seria pior, bem... o monstrinho não era assim tão malvado.Quando finalmente chegou o dia D, pensei que estava mais tranqüila, engano...a ansiedade aumentou, um pouco foi devido a termos tempo determinado para mostrar o que fizemos, um simples relógio poderia colocar tudo a nocaute. Começou... e todas muito apreensivas. A primeira era puro nervosismo, aí vimos que nossa energia e cumplicidade nos deixaram mais a vontade e confiantes e a professora nos deu a maior força. O ponto é...CONFIANÇA, descobri que tenho que ter confiança em meus instintos. Não quero ser autoconfiante, mas minha prática juntamente com o embasamento teórico fica uma combinação muito gostosa no meu dia-a-dia profissional. Há uma frase que escutei no início do curso e creio que é muito válida para quando não confiamos em nosso taco..."Sem medo de ser feliz." Mas aí completo...com muito bom senso claro.
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2 comentários:
Katia querida realmente teu blog agradece pela tua volta que foi demorada mas em grande estilo. Acho que precisas te dedicar mais a fazer esse tipo de reflexão, tendo agora as ciências naturais e socias e a matemática como base. Lembra que são reflexões e relatos experimentais que vão te fazer ter saudades do tempo que passastes aqui no curso junto com todos nós.Aproveita e examina bem tuas postagens de 2007 e pensa na tua prática na escola para poder identificar o que deve ser motivo de um planejamento de estudos individuais.
Esse sim, estamos esperando que venha dar um empurrão na autonomia de vocês, no sentido de identificar necessidades, esforços e interesses a serem alcançados.
Um abração
Bea
Oi, querida!
E então, o que, afinal, decidistes? Ser ou não ser (auto)confiante?
Não sei se percebestes, mas há um paradoxo na tua escrita:
"O ponto é...CONFIANÇA, descobri que tenho que ter confiança em meus instintos. Não quero ser autoconfiante (...)".
Se estás percebendo que tua prática tem se tornado mais rica com o embasamento teórico que tens tido, como afirmas no texto, qual é o problema de manifestar essa autoconfiança?
Que maravilha que estás mais confiante! À medida que te aproprias das reflexões teóricas que o curso proporciona, enriqueces a tua prática, lanças novo olhar sobre ela... E ganha autonomia, para (re)pensar, (re)criar constantemente tua prática!
Me parece um movimento em espiral!!!
Que bela caminha: mais conhecimento, mais autonomia e (auto)confiança!
Beijo grande
Eliana
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